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25 de novembro de 2014

Inspiration - Estás "burnout"?

Burnout ? "Eu"?

Se frequentemente reclamam que estão cansados, que o vosso sistema nervoso está ao rubro, que o nível de stress está nos píncaros, que andam com os nervos à "flor da pele", ou que tem os "fusíveis queimados", então fica a saber que sofres de uma patologia cada vez mais comum na nossa sociedade contemporânea. Acontece quando o teu cérebro é estimulado ao máximo e é bombardeado com os estímulos obrigatórios da sociedade - "muito mais e melhor" - até que um dia ele cede. O conceito "burnout"  já é aplicado nos EUA desde os anos 70 e provém da "conflagração" psicológica após saturação de incentivos psicológicos constantes. É verdade, temos uma sociedade express, ainda não tinham reparado?! E somos cada vez mais exigentes connosco. À que ser mais, melhor e rápido. Para "agora" se possível.  Ora, isso não sai barato e geralmente as consequências são visíveis. Fadiga, exaustão, frustração, desgaste psicológico, físico, emocional e paciência de tamanho microscópico para aqueles que nos rodeiam. 
Andamos num rodopio constante, gerindo emoções, trabalhos e responsabilidades como malabaristas para nunca fraquejar. Tornamo-nos frios, insensíveis, agressivos e criamos barreiras em torno de nós porque a paciência está em défice, sendo que frequentemente dizes "Não tenho tempo para mim, vou lá ter tempo para ti?"  
É isto?.... Então estão no cada vez mais conhecido, estado de "burnout".
Dado isto, nada de entrar em dramas porque a prescrição é simples e de fácil aplicação. 
O melhor será parar e respirar fundo. Inspirar, expirar e pensar! Estabelecer um ponto de equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. Por mais que custe, muitas vezes a solução está nas escolhas (muitas vezes adiadas) das prioridades e preferências. É necessário ter a maturidade para percebermos que não somos omnipotentes e omnipresentes (isso é trabalho de Deus, e parece que até Ele distrai-se). Por isso, à que escolher o que queremos pela quantidade de "querer". Devemos conhecer os nossos limites e prioridades. E depois... descansa! É necessário aceitar com hombridade que não aguentamos tudo. Que é preciso parar para ganhar fôlego e seguir em frente. Que tudo corre melhor quando aproveitamos as coisas boas e simples da vida! Façam jogging, passeiem na praia, leiam livros, cultivem uma horta, aprendam a tocar piano, façam ioga, escolham um sitio secreto para meditar, jantem fora com os amigos, soltem gargalhadas disparatadas e vão ver que as coisas melhoram! (Isto tudo sem parar, claro! Nunca!)

Porque os estímulos mais fortes com que devemos ser bombardeados são os que te levam mais além! Mas pacificamente claro, e sem te deixares para trás. 




With Love, Ana Rosina

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